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Trump foi enganado pelos nazi-sionistas do “Estado profundo”, afirma ex-agente da CIA

Trump foi enganado pelos nazi-sionistas do “Estado profundo”, afirma ex-agente da CIA

Trump foi enganado pelos nazi-sionistas do “Estado profundo”, afirma ex-agente da CIA

Ex-agente da CIA, Robert David Steele avalia que, após os Estados Unidos mandarem matar o agora ex-general iraniano Qassem Soleimani, o presidente americano, Donald Trump, “foi enganado com a ideia de que era o equivalente ao assassínio de Bin Laden (não importa que Bin Laden – e o ISIS – tenham ambos sido criados pelos sionistas e pela CIA com financiamento e equipamento do Pentágono) e não lhe foi dito que o assassínio do Major General Qassem Soleimani dentro do território do Iraque é o equivalente ao assassínio do Arquiduque Franz Ferdinand que foi utilizado como um casus belli para a I Guerra Mundial”.

“Trump está cercado por quatro redes de mentirosos patológicos: a Classe de 1986 da Academia West Point do Exército dos EUA (Esper, Pompeo, Urban), cristãos sionistas (Pompeo e outros), agentes sionistas (ambos os Kushners) e sionistas da CIA (Brennan, Haspel, outros)”, continua ele em texto publicado no Patria Latina.

“Apesar de o seu Conselheiro de Segurança Nacional Robert O’Brien estar a fazer algum trabalho espetacularmente bom ao eliminar belicistas de Obama e agentes de potências estrangeiras do Conselho de Segurança Nacional, ele pode não ter apreendido nuances da história e das biografias atuais que são precisas para proteger o presidente destas quatro redes de mentirosos que favorecem a guerra com o Irão a qualquer custo”, diz.

Segundo Steele, “Israel tem estado a tentar desesperadamente forçar uma guerra com o Irã, parcialmente para salvar o criminoso de guerra Benjamin Netanyahu e parcialmente para continuar sua consagrada estratégia de desestabilização para dividir e conquistar o Médio Oriente”.

“Tanto a mídia de referência (mainstream media) como os media sociais (GoogleGestapo) dos EUA estão comprometidos com os desejos sionistas de guerra com o Irã e cuidadosamente ocultam os verdadeiros custos das nossas guerras no Oriente Médio incluindo os que são conhecidos como Bebés de Fallujah – o resultado do urânio empobrecido (depleted uranium) utilizado em revestimentos blindados e em projécteis perfurantes”, afirma.

“Uma resposta proporcional por parte do Irã não seria um ataque a forças dos EUA na região, mas antes o assassinato, dentro dos EUA, de Mark Esper. Digo isto não para encorajar uma tal reação, mas para deixar claro a todos aqueles que lêem este artigo que isto foi o que os EUA fizeram ao Irã, enquanto ao mesmo tempo violavam a soberania iraquiana de uma maneira merecedora do Tribunal Criminal Internacional”.(247)

(Foto: Reprodução | REUTERS/Tom Brenner)

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