Open top menu
Procurador de Justiça do Rio dissolve órgão que investiga caso de corrupção de Flávio Bolsonaro

Procurador de Justiça do Rio dissolve órgão que investiga caso de corrupção de Flávio Bolsonaro

Procurador de Justiça do Rio dissolve órgão que investiga caso de corrupção de Flávio Bolsonaro

Promotores do Grupo de Atuação Especializada e Combate à Corrupção, responsável pela investigação sobre as “rachadinhas” de Flávio Bolsonaro, agora ficarão subordinados ao Gaeco por decisão de Luciano Mattos, que tomou posse como procurador em Janeiro

Resolução assinada pelo procurador-geral de Justiça do RJ, Luciano Mattos, publicada nesta quinta-feira (4) no Diário Oficial do MPRJ, acabou com o Grupo de Atuação Especializada e Combate à Corrupção (Gaecc), órgão responsável, entre outros casos, pela investigação do esquema de corrupção montado por Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) na Assembleia Legislativa estadual (Alerj), que ficou conhecido como “rachadinhas”.

A resolução informa que os trabalhos do Gaecc vão para um departamento a ser criado no Grupo de Atuação Especializada e Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

Com a mudança, os promotores que investigam Flávio Bolsonaro terão de se submeter à direção do Gaeco, que determinará o desencadeamento de novas ações.

A resolução especifica que o novo núcleo no Gaeco “atuará no combate às milícias, ao tráfico de drogas e à lavagem ou ocultação de bens”. AO menos 41 inquéritos, entre eles o de Flávio, foram remetidos para o grupo.

Novo procurador-geral de Justiça do Rio, Luciano Mattos tomou posse no dia 15 de Janeiro, substituindo José Eduardo Gussem, que era alvo de críticas do clã presidencial pelas investigações contra Flávio e Carlos Bolsonaro.

Embora não fosse o preferido da família, que apostou suas fichas em Marcelo Rocha Monteiro, Mattos conseguiu contornar resistências do clã Bolsonaro por meio de interlocutores políticos, que garantiram que Flávio não trabalharia para vetar seu nome, caso fosse escolhido pelo governador interino, Cláudio Castro (PSC).(Fórum)

Luciano Mattos, procurador-geral de Justiça do Rio – Divulgação/MP-RJ

<