Open top menu
Ninguém de bom senso acredita que ficará no governo caso Guedes saia, diz Novaes

Ninguém de bom senso acredita que ficará no governo caso Guedes saia, diz Novaes

Ninguém de bom senso acredita que ficará no governo caso Guedes saia, diz Novaes

De saída da presidência do Banco do Brasil, Rubem Novaes reagiu neste domingo (16) à notícia de que o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, poderá substituir Paulo Guedes. Segundo ele, se o ministro da Economia deixar o cargo, Campos Neto também deverá deixar o governo.

“O Roberto Campos é um craque, mas sabe que está no Bacen pela amizade e confiança do ministro Guedes. Ninguém de bom senso na equipe acredita que venha a permanecer no governo na improvável hipótese de saída do ministro”, afirmou Novaes à CNN.

Segundo a coluna apurou, o próprio ministro da Economia disse neste fim de semana, em conversa com interlocutores e aliados, que Campos Neto já teria deixado claro, nos bastidores, que pedirá demissão do comando do BC caso Guedes deixe o governo.

Conforme apuração da analista Thais Arbex, Campos Neto se tornou um nome forte dentro do governo para assumir o comando do Ministério da Economia no lugar de Guedes, caso o atual chefe da equipe econômica peça demissão ou seja exonerado.

Sem mal-estar

Conforme a coluna noticiou neste sábado (15), em conversa com aliados e interlocutores ontem, o ministro da Economia também desmentiu mal-estar com Bolsonaro. Lembrou que seus discursos recentes foram todos combinados previamente com o presidente.

A um interlocutor, o chefe da equipe econômica disse estar no seu papel de alertar o presidente de que furar o teto de gastos poderia configurar crime de responsabilidade fiscal, o que abriria margem para ser alvo de um processo de impeachment no Congresso.

Outros integrantes da equipe econômica atribuem a ministros e outros membros da chamada ala desenvolvimentista do governo o que classificam como “fogo amigo” contra Guedes nos últimos dias. O pano de fundo, dizem, seria a disputa em relação à regra do teto de gastos.(CNN Brasil)

Foto/Reprodução

<