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Fórum comunitário: Copasa deixa dúvidas sobre poluição e tarifa

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Fórum comunitário: Copasa deixa dúvidas sobre poluição e tarifa

Fórum Comunitário na tarde de ontem, na Câmara Municipal, para debater tarifa cobrada pela Copasa, o impacto ambiental causado pela empresa e o não cumprimento das condicionantes contratuais junto ao município, teve seu foco completamente desviado.

O Fórum foi proposto pelo vereador Farley (PT), só que o presidente do Legislativo, vereador Miguel Júnior, preferiu desviar o foco e limitar a participação do público presente. A Copasa se ateve a apresentar vídeo institucional, alegando que as questões de ordem técnica só podem ser respondidas mediante ofício encaminhado à direção da empresa. No entanto, afirmou, “a ETE está trabalhando apenas com uma licença ambiental provisória”. Não estipulou prazo para apresentação da licença operacional da estação que deverá – obrigatoriamente – ser expedida pela COPAM. Garantiu, ainda, que não tem degradado o meio ambiente, contrariando os fatos constatados recentemente pelo IEF – Instituto Estadual de Florestas – e Polícia Ambiental.

 

Mudança de opinião

Já o vereador César Romero – Garrado -, que sempre combateu os desmandos da Copasa em nossa cidade, para surpresa de todos, mudou de lado. Antes acusava a empresa de cobrar tarifas abusivas e de não oferecer serviços de qualidade. Segundo ele, a poluição do Rio Ca pirava não é causada pela COPASA, mas pelo VALE FERTILIZANTES. Ele acusa a mineradora de estar transformando o Rio Capivara num depósito de rejeito.

Proposta do vereador Fárley

Fárley, agora, quer o apoio dos demais vereadores para apresentar, ao Ministério Público, documentação comprobatória do crime ambiental de responsabilidade da Copasa. Ele propôs à mesa diretora que o assunto seja amplamente discutido na Casa, durante as reuniões. Desta forma, o vereador espera ver solucionado este problema, tanto em relação ao alto custo das tarifas como à poluição do Rio Capivara.

A exemplo da cidade de Patrocínio que criou uma equipe formada por biólogos, técnicos e ambientalistas, Fárley quer a participação efetiva da Câmara na tentativa de exigir da Copasa solução urgente para o problema. O esgoto de Araxá, além de degradar o meio ambiente, prejudica a pesca esportiva e afeta diretamente a comunidade patrocinense.

4 comentários

  1. Avatar
    06 março, 2013

    Uai Sérgio? O que aconteceu com o Garrado? Será que ele ou o Dr, Jeová estão levando alguma coisa nisso? É o povo de Araxá tem mesmo aprender a votar porque senão em pouco tempo esse povo acaba com a cidade e com toda população.

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  2. Avatar
    07 março, 2013

    Isso vai acabar nao dando em nada.
    -Porque o descumprimento de contrato (prazo) nao foi considerado?
    -Porque,, mesmo nao cumprindo o PRZ no cronograma de tratamento, a Copasa cumpriu o cronograma de reajuste de tarifas (pagamos por esgoto tratado enquanto ele nao era).
    -Se havia uma pauta para o Fórum, porque ela nao foi cumprida?
    -Porque nao podemos propor uma açao civil publica?
    Esperar açao dos vereadores nao nos levará a nada – só vao entrar no assunto qdo isso estiver “prejudicando a imagem” ou qdo a açao já estiver definida; foi a camara que deu a palavra final sobre esse contrato abusivo e alguns dos que lá estao votaram diretamente ou tem ligaçoes com os que votaram o projeto.
    O interesse da comunidade é o terceirro na ordem de importancia pra eles.

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  3. Avatar
    02 maio, 2013

    O legislativo está de parabéns nunca em nossa cidade ouve tantos foruns comunitários ,para que as pessoas pudessem esclarecer a sua vontade, e o direito de cidadão.

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  4. Avatar
    02 maio, 2013

    Com certeza, parabéns ao legislativo, de conceder esse direito ao cidadão, de ouvir, poder questionar, enfim revindicar direitos adquiridos.

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