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Câmara estuda volta de doação de empresas para candidatos, fonte dos maiores escândalos políticos do país

Câmara estuda volta de doação de empresas para candidatos, fonte dos maiores escândalos políticos do país

Câmara estuda volta de doação de empresas para candidatos, fonte dos maiores escândalos políticos do país

O pacote da reforma eleitoral, que inclui o retorno da doação de empresas para candidatos, é patrocinada pelo presidente da Câmara, Arthur Lira, que vai instalar nesta terça-feira (4) uma comissão especial para mudar as regras do jogo nas disputas de 2022. Prática é reponsável pelos últimos escândalos envolvendo esquemas de corrupção no Brasil
Quase seis anos depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) proibir em 2015 o financiamento empresarial de campanhas políticas, a Câmara avalia uma forma de tornar viável a destinação de recursos do setor privado para candidatos ou partidos. Uma proposta discutida nos bastidores por deputados prevê que sejam estabelecidos tetos de R$ 500 mil a R$ 1 milhão por empresa, independentemente do porte da companhia. A informação é do jornal Estado de S.Paulo.
A retomada do financiamento empresarial deverá ser levada para o centro do debate nesse pacote. Até agora, no entanto, não há intenção de reduzir o valor bilionário do Fundo Eleitoral.
O valor poderia ser doado para um único candidato ou dividido entre outros concorrentes, de deputado federal a presidente da República. A medida, porém, não é encarada como um substituto do Fundo Eleitoral, que no ano passado foi de R$ 2 bilhões. O modelo do fundo como é hoje, abastecido com dinheiro público, continuaria existindo.(247)
(Foto: Pedro França/Agência Senado)

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